quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Pra que você precisa do que não precisa?

E essa tal felicidade ilusória? Felicidade da qual você precisa mostrar a outros que está bem, que vira posts disparados nas redes sociais, que te muda, e te faz refém dela. Refém da mentira.
Percebi que quando estamos mal, tendemos a querer mostrar superioridade, que nada nos abala, e normalmente essa amostra vem por meio das redes sociais, o lugar mais "visualizado" de nossas vidas. Pesquisas comprovaram que quem faz mais posts no Facebook, tem possivelmente uma vida infeliz, pois há a necessidade de "exibir felicidade" "exibir beleza" "exibir algo que não é verdadeiro".
 Gente, ninguém é feliz o tempo todo, ninguém é bonito em toda Self, ninguém segue todas as frases bonitas e de " lição de moral" que postam. Isso é EGO. Procuramos elevar o nosso ego por meio de curtidas, comentários e fotos felizes e bonitas. Pra quê? Por que precisamos dessa falsidade toda? Talvez aquela pessoa do qual curtiu a sua foto fofa com o namorado está invejando sua felicidade e querendo que tudo isso acabe. Sabe aquela frase " Aquilo que ninguém sabe, ninguém estraga" pode ser bem verdadeira! 
Claro que quando estamos realmente contentes queremos mostrar a todos que estamos bem, que temos uma pessoa legal ao nosso lado e que ela compartilha o mesmo sentimento por você. Todos somos assim, Eu sou assim. Mas toda exibição tem um preço, talvez a inveja, fofoca sejam o valor da exposição.
Mostrar ao próximo a nossa felicidade nos impede de aproveita-la ao máximo. A vida é curta, ninguém sabe o dia de amanhã, ninguém sabe se vai ser duradoura essa felicidade. Não podemos perder tempo. Seja feliz agora e com o que tem. Valorize aquilo que te faz feliz, te faz sorrir.
Ha um texto de Zack Magiezi  que fala sobre a verdade, sobre tudo aquilo que tentamos agregar a nossa "Felicidade ilusória."


Quando for fazer amor.
Faça nu.
Tire os diplomas.
O status.
Sucesso profissional.
Suas etiquetas de grife.
Tire a chaves do carro.
O cartão de crédito.
Tire tudo.
Até só sobrar a deliciosa.
Apimentada humanidade.